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Pois é, esse jogo da MINHA série ficou no passado e não tem mesmo como jogá-lo, pois ele funcionava por um tipo de streaming e em horários específicos, ou seja, não ficava gravado no Satellaview Broadcasting System, aparelho necessário para rodá-lo. Jogar em emuladores nunca é certo, mas hoje em dia é a única forma de jogá-lo. Fãs até juntaram todas as partes em uma única ROM e criaram patch para o inglês. Mas, como disse, certo não é.

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A MINHA série (The Legend of Zelda)SNES

Primeiro, parabéns pelo feito! \o/ Chrono Trigger é um dos melhores jogos já criados e merece mesmo um lugar no top 10 de qualquer nintendista. Chrono Cross é tão bom quanto e você não irá se arrepender de jogá-lo. O seu tempo de duração varia entre 40 e 60 horas, dependendo de quantas missões secundárias você concluir.

Quase tão bom quanto os jogos da MINHA série.
Quase tão bom quanto os jogos da MINHA série.
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Chrono TriggerDSSNES

É sempre bom tirar a poeira do bom e amado Super Nintendo para umas jogatinas retrô com sentimento de nostalgia, principalmente o jogo da MINHA série. Quanto aos jogos reprogramáveis, em termos financeiros, compensa, considerando que alguns jogos originais de Super Nintendo estão com um valor absurdo. Mas por não serem originais, são piratas e, mesmo sendo jogos antigos, não compensa por isso. Se for comprar, compre os originais. Se for algum jogo muito caro, melhor jogar no Virtual Console do Wii, Wii U e New 3DS.

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SNES

Com o grande sucesso que o NES Classic Mini vem fazendo, esgotando logo no primeiro dia e sendo vendido a preços exorbitantes pela falta do produto no mercado, é de se imaginar que a Nintendo tenha planos para um SNES Classic Mini. Aposto que faria até mais sucesso. Teríamos que ter Super Mario World, Super Mario Kart, The Legend of Zelda: A Lettuce do the Past, F-Zero, a trilogia Donkey Kong Country, Chrono Trigger, EarthBound,  Yoshi’s Island, Super Punch-Out!!, Teenage Mutant Ninja Turtles IV – Turtles in Time, Street Fighter II,  Super Metroid… olha, precisamos desse SNES Classic Mini pra já! XD

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Se esse fez sucesso, imagina o SNES Classic Mini.
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SNES

The Legend of Zelda Ancient Stone Tablets e BS The Legend of Zelda Ancient Stone Tablets são o mesmo jogo, o segundo é apenas o nome completo dele. Esse é um jogo muito desconhecido da MINHA série porque foi lançado para o Satellaview Broadcasting System (daí a inicial “BS” nos jogos lançados para ele), um acessório extremamente peculiar do Super Famicom – o SNES no Japão – que só foi lançado no Japão. Este acessório se encaixava embaixo do Super Famicom e ele nada mais era do que um precursor dos serviços de download de jogos digitais, tão comum nos dias de hoje. Entre os jogos que foram lançados para este acessório estavam, entre outros, BS Super Mario USA Power Challenge (uma versão “remasterizada” de Super Mario Bros. 2 e que ironicamente tem USA no nome apesar de nunca ter chegado no país xD), Radical Dreamers (uma “continuação” obscura de Chrono Trigger) e o aqui mencionado Ancient Stone Tablets.

Esses acessórios estilo Megazord para serem encaixados nos consoles nunca deram muito certo, né? xD
Esses acessórios estilo Megazord para serem encaixados nos consoles nunca deram muito certo, né? xD

Este jogo da MINHA série tem umas peculiaridades bem interessantes. Ele usa o mesmo engine de A Link to the Past e, por isso, tem gráficos bem semelhantes. Contudo, trata-se de um jogo totalmente diferente. Uma das principais diferenças é que o protagonista não é o Alfacinho (felizmente! xD), mas sim um avatar do jogador, levado para Hyrule, inclusive com uma opção de personagem mulher. Outra coisa bem interessante sobre esse jogo é que os jogadores só podiam jogá-lo durante as horas de “transmissão” do jogo pelo Satellaview e isto era apenas uma hora por semana (a intenção era que fosse uma espécie de “desenho interativo”). Além disso, o jogo era dividido em quatro semanas, sendo que cada semana uma parte do jogo, contendo um dungeon diferente, era transmitida. Este jogo também foi o primeiro em ter muitas coisas, como por exemplo música orquestrada, vozes gravadas e até a possibilidade de alugar itens que foi depois usada em A Link Between Worlds. Sem dúvida é uma relíquia muito interessante do passado da MINHA série e que merecia ser relançada de alguma forma.

Não se deixe enganar pela semelhança: esse não é o Alfacinho e sim a versão feminina do avatar. xD
Não se deixe enganar pela semelhança: esse não é o Alfacinho e sim a versão feminina do avatar. xD

Por fim, sobre a abertura de Ursos Sem Curso, sim eu gosto bastante. É curto, engraçado e a música é muito boa. Só que – pra variar – acho que a música da versão original – em inglês, neste caso – é a melhor.

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A MINHA série (The Legend of Zelda)SNES

De fato, os jogos da série Donkey Kong Country ficaram um pouco confusos, mas é assim: depois de cada jogo da série, no SNES, foi lançado um Donkey Kong Land respectivo para o GB/GBC, havendo assim, três deles também, DK Land 1, 2 e 3. Estes jogos não são ports, mas sim “continuações” de cada jogo do SNES, usando os mesmos personagens e inimigos, mas com fases e histórias diferentes.

Depois, foi lançado um port do Donkey Kong Country 1, também para o GBC. Aí sim é o mesmo jogo que o do SNES, com algumas diferenças no conteúdo, claro, para que ele pudesse rodar no portátil.

Apenas o primeiro jogo da trilogia foi portado para o GBC, mas os três também ganharam ports para o GBA. Nestes casos, por serem ports, também são exatamente os mesmos jogos que os originais em termos de história e das fases originais, mas nestes foram adicionados novos conteúdos, como modos extras e até um mundo novo, no caso de DKC3.

Quanto ao avestruz, não se sabe bem porque, ao ser incluído no minigame de DKC 2 para o GBA, ele foi nomeado de Expresso II e não é mais o Expresso original. Como você disse, isso pode tanto querer dizer que o Expresso original morreu ou que seja um filho dele. Ou então que não tenha nenhuma relação com o anterior, fora o mesmo nome. xD Mas nunca houve uma explicação oficial sobre isso, então só resta especular mesmo.

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Donkey KongGame BoyGame Boy AdvanceSNES

Na luta contra o Bleak, quando ele começa a atirar bolas de neve do chapéu, basta você desviar dos ataques que uma hora ele vai parar e dar uma abertura para acertá-lo. O padrão com que ele atira as bolas de neve é sempre o mesmo, então é fácil de decorar e desviar. Em todo caso, se ainda estiver com dificuldade, assista o vídeo a seguir para te ajudar:

Quanto a qual dos 3 DKC originais é melhor, certamente cada um terá uma opinião própria e muita gente poderá defender qualquer um dos três, já que todos eles são excelentes e praticamente equivalentes em questão de jogabilidade, diversão e qualidade dos gráficos. Contudo, a maior disputa com certeza será entre os dois primeiros, com o segundo provavelmente ganhando por pouco. Pode-se dizer que DKC2 foi o ápice da série no SNES, com as fases mais criativas e as melhores músicas. Já o terceiro de modo geral acaba ficando entre o menos preferido justamente porque acabou trazendo mais repetição, sem muita inovação ou melhorias… e porque, convenhamos, o bebezão Kiddy Kong é bem menos legal do que o DK ou o Diddy. Mas, novamente, não é por isso que ele seja ruim, ele é excelente também, só não é o preferido de tantas pessoas.

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Donkey KongSNES

Realmente, Secret of Mana é um dos melhores RPGs do SNES e um dos mais originais também, devido à sua jogabilidade em tempo real e poder ser jogado por até 3 pessoas simultaneamente. Hoje em dia, acho que o que temos mais próximo disso são os jogos estilo Monster Hunter, que podem ser jogados cooperativamente, tanto local quanto online, apesar de que esses jogos acabam tendendo mais para a exploração aberta do que para um foco maior na história, como era o caso do Secret of Mana.

Quanto a continuações e remakes, a boa notícia é que este ano mesmo foi lançado Adventure of Mana, um remake do primeiro jogo da série (que curiosamente foi lançado originalmente com o título Final Fantasy Adventure, para aproveitar a fama da série Final Fantasy), para iOS, Android e PS Vita. A má notícia é que por enquanto o jogo foi lançado apenas no Japão e que ele não possui o elemento multiplayer do jogo de SNES (que, na verdade, já não existia no jogo original mesmo, pois este foi lançado no Game Boy).

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Fofocas diversasSNES

Certamente você está se referindo ao jogo Joe & Mac, um dos primeiros jogos lançados para o SNES (lançado em 1991).

Vai rodinha, vai!
Vai rodinha, vai!

Sim, houve uma continuação, chamada Joe & Mac 2: Lost in the Tropics.

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Houve ainda mais um jogo na série, chamado Joe & Mac Returns, mas foi exclusivo de Arcade e com um estilo bem diferente dos anteriores:

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SNES

Esse tipo de RPG é chamado de Action RPG. Entretanto, Chrono Trigger não se encaixa nesse sub-gênero. Apesar de não haver transição de tela nas batalhas e apesar da posição dos personagens no cenário ter importância, não há movimentação livre por parte do jogador, sendo que este ainda deve fazer escolhas por meio de um menu de opções. Portanto, se encaixa mais no gênero RPG tradicional.

Quanto a outros jogos bons desse tipo, e já que você parece estar mais interessados em títulos de SNES, alguns outros que posso te recomendar fora os que você citou são: Terranigma, Illusion of Gaia, Soul Blazer e ActRaiser.

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