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É verdade que esse remake de Secret of Mana ficaria ótimo no 3DS e ainda mais no Switch, mas é pouco provável que esse game seja lançado em consoles que não sejam da Sony, considerando que inicialmente será lançado para  PS4, PS Vita e PC. E nem mesmo a versão de Super Nintendo está disponível para o 3DS, o que eu considero ainda pior, já que o jogo original já é excelente, mesmo sem um remake, e não seria tão difícil para a Nintendo disponibilizá-lo. As opções restantes são comprar o jogo original para celulares com Android ou iOS, ter o cartucho original no Super Nintendo, comprar pelo Virtual Console do Wii ou do Wii U, ou ainda adquirir um SNES Classic Mini, que vem com ele na sua lista de jogos.

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3DSSNES

Sobre personagens trans em jogos, nem sempre dá para ter certeza se eles são de fato trans, mas dá para fazer uma lista de alguns que podem ser. No caso, apenas de jogos da Nintendo:

  • Flea (Chrono Trigger). É um personagem masculino com aparência de feminino, o que até confunde membros de sua equipe. Ele é dono de uma frase icônica: Homem… mulher… qual é a diferença? Poder é belo, e eu tenho o poder!”.
  • Magypsies (Mother 3). São personagens com corpos masculinos e barba, mas que se comportam e se vestem como personagens femininos. Alec os descreve como não sendo nem homens nem mulheres.
  • Vivian (Paper Mario: The Thousand-Year Door). No texto original em japonês, as referências a ela, narrativamente e por outros personagens, são feitas usando termos masculinos, mas ela utiliza pronomes femininos ao referir-se a si mesma; já na tradução para o inglês, ela é tratada apenas com pronomes femininos.
  • Guilo (Baten Kaitos Origins). É considerado como transgênero por muitos, pois recebeu os poderes de um feiticeiro de uma feiticeira. Além disso, conta com aparência feminina e fala com voz masculina e feminina.
  • Leucos (Glory of Heracles). Esse é bem ambíguo se é ou não transgênero, pois os demais personagens fazem confusão se devem tratá-lo como um garoto ou como uma garota. Eventualmente, e isto pode ser considerado um SPOILER por alguns, o jogo revela que Leucos é uma garota que foi criada como um garoto porque o seu pai assim quis. Mas nada é confirmado em relação ao personagem ser transgênero de fato.
  • Gracie e Saharah (Animal Crossing). São personagens que se vestem como personagens femininas, mas que são descritas como do gênero masculino. Ao menos no Japão, pois tiveram seu gênero alterado nos jogos da franquia Animal Crossing em que elas aparecem. No Japão, são apresentadas como do gênero masculino, mas, no Ocidente, como do gênero feminino.

Alguns personagens citados podem não ser de fato trans, mas são os que aparentam ser — uns mais, outros, menos.

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3DSAnimal CrossingChrono TriggerEarthboundGameCubeSNES

Pois é, esse jogo da MINHA série ficou no passado e não tem mesmo como jogá-lo, pois ele funcionava por um tipo de streaming e em horários específicos, ou seja, não ficava gravado no Satellaview Broadcasting System, aparelho necessário para rodá-lo. Jogar em emuladores nunca é certo, mas hoje em dia é a única forma de jogá-lo. Fãs até juntaram todas as partes em uma única ROM e criaram patch para o inglês. Mas, como disse, certo não é.

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A MINHA série (The Legend of Zelda)SNES

Primeiro, parabéns pelo feito! \o/ Chrono Trigger é um dos melhores jogos já criados e merece mesmo um lugar no top 10 de qualquer nintendista. Chrono Cross é tão bom quanto e você não irá se arrepender de jogá-lo. O seu tempo de duração varia entre 40 e 60 horas, dependendo de quantas missões secundárias você concluir.

Quase tão bom quanto os jogos da MINHA série.
Quase tão bom quanto os jogos da MINHA série.
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Chrono TriggerDSSNES

É sempre bom tirar a poeira do bom e amado Super Nintendo para umas jogatinas retrô com sentimento de nostalgia, principalmente o jogo da MINHA série. Quanto aos jogos reprogramáveis, em termos financeiros, compensa, considerando que alguns jogos originais de Super Nintendo estão com um valor absurdo. Mas por não serem originais, são piratas e, mesmo sendo jogos antigos, não compensa por isso. Se for comprar, compre os originais. Se for algum jogo muito caro, melhor jogar no Virtual Console do Wii, Wii U e New 3DS.

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SNES

Com o grande sucesso que o NES Classic Mini vem fazendo, esgotando logo no primeiro dia e sendo vendido a preços exorbitantes pela falta do produto no mercado, é de se imaginar que a Nintendo tenha planos para um SNES Classic Mini. Aposto que faria até mais sucesso. Teríamos que ter Super Mario World, Super Mario Kart, The Legend of Zelda: A Lettuce do the Past, F-Zero, a trilogia Donkey Kong Country, Chrono Trigger, EarthBound,  Yoshi’s Island, Super Punch-Out!!, Teenage Mutant Ninja Turtles IV – Turtles in Time, Street Fighter II,  Super Metroid… olha, precisamos desse SNES Classic Mini pra já! XD

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Se esse fez sucesso, imagina o SNES Classic Mini.
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SNES

The Legend of Zelda Ancient Stone Tablets e BS The Legend of Zelda Ancient Stone Tablets são o mesmo jogo, o segundo é apenas o nome completo dele. Esse é um jogo muito desconhecido da MINHA série porque foi lançado para o Satellaview Broadcasting System (daí a inicial “BS” nos jogos lançados para ele), um acessório extremamente peculiar do Super Famicom – o SNES no Japão – que só foi lançado no Japão. Este acessório se encaixava embaixo do Super Famicom e ele nada mais era do que um precursor dos serviços de download de jogos digitais, tão comum nos dias de hoje. Entre os jogos que foram lançados para este acessório estavam, entre outros, BS Super Mario USA Power Challenge (uma versão “remasterizada” de Super Mario Bros. 2 e que ironicamente tem USA no nome apesar de nunca ter chegado no país xD), Radical Dreamers (uma “continuação” obscura de Chrono Trigger) e o aqui mencionado Ancient Stone Tablets.

Esses acessórios estilo Megazord para serem encaixados nos consoles nunca deram muito certo, né? xD
Esses acessórios estilo Megazord para serem encaixados nos consoles nunca deram muito certo, né? xD

Este jogo da MINHA série tem umas peculiaridades bem interessantes. Ele usa o mesmo engine de A Link to the Past e, por isso, tem gráficos bem semelhantes. Contudo, trata-se de um jogo totalmente diferente. Uma das principais diferenças é que o protagonista não é o Alfacinho (felizmente! xD), mas sim um avatar do jogador, levado para Hyrule, inclusive com uma opção de personagem mulher. Outra coisa bem interessante sobre esse jogo é que os jogadores só podiam jogá-lo durante as horas de “transmissão” do jogo pelo Satellaview e isto era apenas uma hora por semana (a intenção era que fosse uma espécie de “desenho interativo”). Além disso, o jogo era dividido em quatro semanas, sendo que cada semana uma parte do jogo, contendo um dungeon diferente, era transmitida. Este jogo também foi o primeiro em ter muitas coisas, como por exemplo música orquestrada, vozes gravadas e até a possibilidade de alugar itens que foi depois usada em A Link Between Worlds. Sem dúvida é uma relíquia muito interessante do passado da MINHA série e que merecia ser relançada de alguma forma.

Não se deixe enganar pela semelhança: esse não é o Alfacinho e sim a versão feminina do avatar. xD
Não se deixe enganar pela semelhança: esse não é o Alfacinho e sim a versão feminina do avatar. xD

Por fim, sobre a abertura de Ursos Sem Curso, sim eu gosto bastante. É curto, engraçado e a música é muito boa. Só que – pra variar – acho que a música da versão original – em inglês, neste caso – é a melhor.

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A MINHA série (The Legend of Zelda)SNES

De fato, os jogos da série Donkey Kong Country ficaram um pouco confusos, mas é assim: depois de cada jogo da série, no SNES, foi lançado um Donkey Kong Land respectivo para o GB/GBC, havendo assim, três deles também, DK Land 1, 2 e 3. Estes jogos não são ports, mas sim “continuações” de cada jogo do SNES, usando os mesmos personagens e inimigos, mas com fases e histórias diferentes.

Depois, foi lançado um port do Donkey Kong Country 1, também para o GBC. Aí sim é o mesmo jogo que o do SNES, com algumas diferenças no conteúdo, claro, para que ele pudesse rodar no portátil.

Apenas o primeiro jogo da trilogia foi portado para o GBC, mas os três também ganharam ports para o GBA. Nestes casos, por serem ports, também são exatamente os mesmos jogos que os originais em termos de história e das fases originais, mas nestes foram adicionados novos conteúdos, como modos extras e até um mundo novo, no caso de DKC3.

Quanto ao avestruz, não se sabe bem porque, ao ser incluído no minigame de DKC 2 para o GBA, ele foi nomeado de Expresso II e não é mais o Expresso original. Como você disse, isso pode tanto querer dizer que o Expresso original morreu ou que seja um filho dele. Ou então que não tenha nenhuma relação com o anterior, fora o mesmo nome. xD Mas nunca houve uma explicação oficial sobre isso, então só resta especular mesmo.

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Donkey KongGame BoyGame Boy AdvanceSNES

Na luta contra o Bleak, quando ele começa a atirar bolas de neve do chapéu, basta você desviar dos ataques que uma hora ele vai parar e dar uma abertura para acertá-lo. O padrão com que ele atira as bolas de neve é sempre o mesmo, então é fácil de decorar e desviar. Em todo caso, se ainda estiver com dificuldade, assista o vídeo a seguir para te ajudar:

Quanto a qual dos 3 DKC originais é melhor, certamente cada um terá uma opinião própria e muita gente poderá defender qualquer um dos três, já que todos eles são excelentes e praticamente equivalentes em questão de jogabilidade, diversão e qualidade dos gráficos. Contudo, a maior disputa com certeza será entre os dois primeiros, com o segundo provavelmente ganhando por pouco. Pode-se dizer que DKC2 foi o ápice da série no SNES, com as fases mais criativas e as melhores músicas. Já o terceiro de modo geral acaba ficando entre o menos preferido justamente porque acabou trazendo mais repetição, sem muita inovação ou melhorias… e porque, convenhamos, o bebezão Kiddy Kong é bem menos legal do que o DK ou o Diddy. Mas, novamente, não é por isso que ele seja ruim, ele é excelente também, só não é o preferido de tantas pessoas.

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Donkey KongSNES

Realmente, Secret of Mana é um dos melhores RPGs do SNES e um dos mais originais também, devido à sua jogabilidade em tempo real e poder ser jogado por até 3 pessoas simultaneamente. Hoje em dia, acho que o que temos mais próximo disso são os jogos estilo Monster Hunter, que podem ser jogados cooperativamente, tanto local quanto online, apesar de que esses jogos acabam tendendo mais para a exploração aberta do que para um foco maior na história, como era o caso do Secret of Mana.

Quanto a continuações e remakes, a boa notícia é que este ano mesmo foi lançado Adventure of Mana, um remake do primeiro jogo da série (que curiosamente foi lançado originalmente com o título Final Fantasy Adventure, para aproveitar a fama da série Final Fantasy), para iOS, Android e PS Vita. A má notícia é que por enquanto o jogo foi lançado apenas no Japão e que ele não possui o elemento multiplayer do jogo de SNES (que, na verdade, já não existia no jogo original mesmo, pois este foi lançado no Game Boy).

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Fofocas diversasSNES