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Essa é uma das grandes dúvidas em relação ao Switch, não é mesmo? Será que um dia terá a loja brasileira liberada, ou será que vai ter o mesmo destino que a eShop do Wii U? Não há muito o que dizer atualmente, porque a Nintendo em si não falou nada sobre isso… mas podemos dizer que há esperanças. Os serviços relacionados ao My Nintendo, bem como alguns dos jogos mobile da Nintendo estão sendo localizados para o Brasil, o que pode ser um sinal de que estão preparando o terreno para voltar a ter uma atuação maior no país. Além disso, há projetos de lei que, se aprovados, podem melhorar a situação dos impostos e encorajar o retorno da Nintendo ao Brasil. Então por enquanto só resta torcer. Em todo caso, graças ao Switch não ter mais trava de região, pelo menos fica mais fácil comprar na loja de outros países.

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Nintendo no BrasilNintendo Switch

Acho que é totalmente possível, sim. O lançamento do Switch está sendo bem forte e satisfatório, então agora basta que a Nintendo consiga sustentar isso com lançamentos contínuos de bons jogos, atualizações constantes para ir melhorando seus serviços – principalmente online – e atrair cada vez mais third parties.

Quanto à eShop brasileira, infelizmente esta ainda está indisponível e não se sabe se chegará ou se terá o mesmo destino que no Wii U. Contudo, agora que o console não tem mais aquela trava de região chata, é muito mais fácil comprar em lojas de diferentes regiões do mundo.

Sim, o My Nintendo já pode ser vinculado. Na verdade, o My Nintendo fica vinculado à NNID, que por sua vez é vinculada ao console.

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My NintendoNintendo no BrasilNintendo Switch

Não há qualquer indicação que isso vá acontecer em breve, mas não custa manter as esperanças de que a Nintendo volte para o Brasil o quanto antes. É verdade que o mercado brasileiro já está bem grandinho e cada vez mais está crescendo e, mesmo com os problemas de impostos e dificuldades para atuar no país, acredito que uma empresa como a Nintendo possa ter sucesso no Brasil. Vamos torcer. ;)

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Nintendo no Brasil

A Playtronic não é um acessório ou console, apesar de o seu nome vir em vários jogos e consoles antigos da Nintendo. Isso porque ela foi uma empresa criada de uma parceria entre Gradiente e Estrela que representava a Nintendo no Brasil na década de 1990. Ela foi responsável por trazer para o Brasil diversos consoles que todos adoramos: o NES, o Game Boy, o Super Nintendo, o Virtual Boy e o Nintendo 64. Em 1996, a Estrela vendeu a sua parte, e em 2003 a Gradiente deixou de comercializar videogames por causa da alta do câmbio do dólar e da pirataria ¬¬. A Playtronic ainda existe, apesar de não ser mais da Gradiente também, e cria jogos para Android.

Já para aprender a dar Pedrality, a primeira coisa que você precisa é ser uma pedra. Quando estiver com esse requisito preenchido, volte a me perguntar, daí darei algumas instruções que só uma pedra entenderia. XD

playtronic-nintendo-cartaz

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Nintendo no Brasil

Não, oficialmente não. A Nintendo continua sem presença oficial no Brasil e, assim, todos os seus jogos continuam sem lançamento e distribuição oficial no país, só podendo ser encontrados via importação. Infelizmente, não é o fato do jogo ter o Brasil como cenário que irá mudar isso…

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3DSMarioNintendo no BrasilWii U

Ainda não, infelizmente. Você pode até entrar no site de cadastro do Nintendo Account e se a sua NNID for de região americana ou canadense, você pode fazer o seu cadastro sem problemas. Contudo, se a NNID for de região brasileira (ou de outro país ainda não suportado), aparece essa mensagem aí. Já o pré-cadastro do Miitomo, não dá nem pra acessar se estiver usando um IP brasileiro. É uma pena, mas vale lembrar que os sistemas ainda estão em estágios beta… Lembrem-se que foi anunciado que os serviços do My Nintendo seriam disponibilizados para o Brasil também – e o fato da página já contar com idioma português brasileiro é um ótimo sinal – então o jeito é ter paciência e torcer pra liberarem logo…

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Nintendo no Brasil

Sim, sem dúvida essa foi uma excelente notícia! O fato da Nintendo estar planejando liberar o My Nintendo no Brasil logo de cara é um ótimo sinal, indicando que a empresa está pretendendo voltar a atuar no país, pelo menos digitalmente. Mas isso já será mais do que meio caminho andado. Mesmo que jogos físicos continuem não sendo distribuídos oficialmente no Brasil, se o My Nintendo vai estar disponível no Brasil, podemos deduzir com bastante certeza que a eShop – ou equivalente – do NX também vai estar, o que possibilitará ao menos que os jogadores brasileiros comprem jogos em mídia digital. Só falta eles melhorarem a situação da aceitação dos cartões de crédito brasileiros. Por fim, uma filial ajudaria um pouco quanto aos jogos físicos, mas nem tanto assim, já que o principal problema são os impostos absurdos do país, algo que a Nintendo afirmou explicitamente como sendo o que os afastou do Brasil. Ora, basta ver como mesmo os produtos de empresas que tem filial no Brasil, como é o caso da Microsoft, continuam sendo muito caros.

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Nintendo no Brasil

Abrir uma loja ou distribuidora no Brasil não faria nenhuma diferença em relação aos custos. O que ajudaria um pouco seria produzir os consoles no Brasil, pelo menos em parte, já que isso reduziria um pouco a taxa de importação. Isso é uma coisa que a Microsoft faz com o Xbox, por exemplo, mas ainda assim não resolveria todos os problemas, primeiramente porque só afetaria os preços dos consoles e segundo porque apenas uma parte do preço seria reduzida. Basta usar o Xbox como comparação: mesmo com parte da produção sendo feita no Brasil e mesmo com uma grande atuação no país em termos de anúncios, localização e venda, o console continua com um preço altíssimo (na faixa de R$2.300, enquanto que nos EUA ele custa na faixa de $350, que hoje seria o equivalente a mais ou menos R$1.400), assim como os jogos (lançamentos custam em torno de R$270, enquanto que nos EUA custam $60).

Como eu falei em outra resposta recente, o grande e principal problema do mercado de games no Brasil são as taxas e os impostos absurdos que são cobrados, não apenas para importação, mas para a venda de produtos relacionados a video-games em geral. Enquanto isso – e a política do Brasil em geral – não melhorar, não há milagre que vá fazer os preços diminuírem.

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Nintendo no Brasil