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Não, da premiação específica do The Game Awards, nunca nenhum jogo da Nintendo ganhou prêmio principal de Game of the Year. Mas, de fato, este ano eles terão grandes chances de finalmente conseguir, com competidores tão fortes quanto Brath of the Wild e, muito provavelmente, Super Mario Odyssey. Estou apostando todos os meus rupees no MEU jogo, claro. xD

Quanto à compra do Switch em lojas terceiras do Brasil, como o caso do Mercado Livre, se for para seguir à risca a legislação brasileira, realmente as lojas do Brasil estão proibidas  de vender consoles ainda não homologados pelas entidades do país (o que pode-se dizer que é mais uma tentativa de controlar as importações e as taxas absurdas, mas enfim…). Contudo, veja bem: no caso de uma compra desse tipo, quem está infringindo a lei é a loja, não o comprador. Afinal, é a loja que está proibida de vender, e não o comprador de comprar. Por isso, se você encontrar o console em alguma loja brasileira e quiser comprar, não precisa ficar com medo de estar fazendo nada ilegal.

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A MINHA série (The Legend of Zelda)Fofocas diversasMarioNintendo Switch

Bom, há muitos fatores que contribuem para as empresas decidirem localizar ou não um jogo para outras regiões, mas no fim isso se resume basicamente a uma pergunta: há um sucesso potencial desse jogo na região em questão, a ponto de compensar os gastos necessários para localizá-lo?

Acontece que localizar um jogo para diferentes regiões pode ser algo bem custoso. Se o jogo tem muito diálogo e texto, aí é mais difícil ainda, já que é necessário um trabalho pesado de tradução. Mas mesmo se há pouca coisa para traduzir, há ainda toda a burocracia, logística e trabalho de marketing que se requerem para publicar e lançar um jogo em diferentes regiões.

Sendo assim, as empresas responsáveis pelo jogo sempre tentam fazer uma previsão do sucesso que esse jogo teria em outra região. E, como falei, isso é uma soma de vários fatores, como popularidade da franquia (por isso que jogos baseados em animes não muito conhecidos fora do Japão dificilmente são localizados), popularidade do estilo do jogo, relevância na época em que seria lançado (já que o processo de localização pode levar bastante tempo), etc.

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Bem… até existe um motivo para isso, agora “razão” é difícil dizer que seja, porque não há nada racional nisso. xD

Acontece que, sabe-se lá por quê, alguém teve a brilhantíssima ideia de categorizar consoles de vídeo-game no Brasil na categoria de “jogos de azar”. Sabe, tipo caça-níqueis? Pois é, tudo a ver, né? E por ser assim, os consoles recebem taxas referentes a essa categoria, que são ainda mais absurdas que outras tantas taxas já absurdas que existem no Brasil. Então, até alguma alma generosa ter a inteligência e bom senso de mudar essa categorização, os consoles em geral continuarão chegando com preços astronômicos no país.

Para os gênios políticos do Brasil, isso é a mesma coisa que um Arcade.
Para os gênios políticos do Brasil, isso é a mesma coisa que um Arcade.
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Basicamente, os desenvolvedores analisam se o jogo vai ter sucesso ou não no ocidente. Localizar um jogo é um processo custoso (tanto em termos de tempo quanto de dinheiro), principalmente se há muito texto, vozes, etc., como geralmente é o caso de RPGs. Então, jogos que são baseados em animes não tão populares fora do Japão ou então JRPGs bem tradicionais (como são os casos desses que você citou) muitas vezes não são localizados, já que há uma baixa estimativa de lucro ao levar para o ocidente.

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1. Detergente geralmente funciona bem para limpar mãos sujas  de manteiga ou gordura em geral.

2. Não! A revista digital do NBlast é gratuita, seja para ler no computador ou no celular.

3. É isso mesmo! O que era antes a série Mario Land acabou se transformando em Wario Land, depois que o malvadão foi introduzido como o vilão de Mario Land 2. Isso sim é um vilão, nato, hein? (Não como o inútil do Waluigi que nem sequer tem um jogo próprio ainda) Mas o Mario não é de deixar quieto não, e no fim ele acabou retomando a sua série “Land” com Super Mario 3D Land, no 3DS.

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Fofocas diversasMario

Parabéns pela decisão e fico feliz em poder ter ajudado! Quanto à sua pergunta, você quer dizer qual é o console que foi mais poderoso para a sua época correspondente, certo? Bom, isso é um pouco relativo, porque não há um único fator “poder” do console e na verdade há muitas coisas que compõem isso. Mesmo na época da guerra dos bits, geralmente dizia-se que o console que tinha mais bits era o mais poderoso, mas até então havia outros aspectos a considerar também. Em todo caso, só para dar alguns exemplos, o N64 era bastante mais poderoso graficamente que o PS1, mas teve o infame “problema” de usar cartuchos. Por um lado isso permitiu tempos de load muito menores que os CDs do PS1, mas o espaço para armazenamento era muitíssimo menor, o que levou muitas empresas a optarem pelo console da Sony. Na geração seguinte, o GameCube também foi superior graficamente que o PS2, mas dessa vez o console da Sony teve a vantagem de poder ser usado como um reprodutor de DVD, e em uma época onde ter um DVD Player não era tão comum, poder ter essa combinação de 2 em 1 era muito bem visto.

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Sim, ao usar um cartão internacional para comprar algo em dólares, o pagamento em dólares será feito automaticamente. Contudo, o valor em reais que será cobrado no seu cartão de crédito você só irá saber no dia que a fatura do cartão fechar, pois é usada a cotação do dólar neste dia para calcular. Ou seja, se você comprar um jogo em um dia quando a cotação do dólar está – por exemplo – R$3,00, mas a fatura do cartão fechar só dias depois e você der o azar da cotação ter subido para R$3,50 nesse determinado dia, você será cobrado nesse valor mais alto.

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Você está se referindo a uma técnica conhecida como ROM Hacking que consiste em extrair a ROM de um jogo e fazer modificações, que podem ser pequenas ou bem grandes. Isso em si não é algo ilegal, desde que:

  • A ROM seja extraída por você mesmo, de um jogo que você possui, e não obtida externamente (pois a distribuição de ROMs é ilegal);
  • Ao terminar o hack você não distribua a ROM completa do jogo – ainda que modificada, porque isso cai no que mencionei acima sobre distribuição de ROMs. Ao invés disso, o correto é distribuir como um patch a ser aplicado no jogo existente. Ou seja, a  pessoa que vai usar deve ter o jogo e deve aplicar o patch a ele de alguma forma;
  • Você não tente comercializar o hack para ganhar dinheiro com isso, já que a propriedade do jogo original não é sua.

Se fizer tudo isso, então o ROMHacking não é ilegal. E um exemplo disso feito seguindo as regras direitinho é o Project M do Super Smash Bros. Brawl para o Wii, que é um ROM hack que faz várias modificações no jogo para deixas a mecânica mais parecida à do Melee, além de adicionar personagens e fases.

Dito isso, acho a ideia de modificar um dos jogos da MINHA série para me colocar no papel principal é MARAVILHOSA, então vá em frente! (seguindo as regras da legalidade, claro xD)

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A MINHA série (The Legend of Zelda)Fofocas diversas

Sim, é isso mesmo, a versão Nintendo Selects do jogo não traz o manual de instruções como na original. Na verdade, mesmo os jogos “normais” (não pertencentes à linha Nintendo Selects, quero dizer) atuais da Nintendo já não trazem mais manuais, que agora em sua maioria passaram a ser digitais. É sustentabilidade, meu amigo. xD (mas que dá uma saudade dos lindos manuais super elaborados e detalhados de antigamente, isso dá…)

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