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Tecnicamente, Beat’em Up Hack n’ Slash são gêneros iguais. Acontece que o primeiro era mais usado antigamente, quando a maioria dos jogos era na base da porrada, tipo Double DragonFinal Fight, o jogo de arcade dos Simpsons, etc. Hoje em dia, esse tipo de jogo foca mais no uso de armas e por isso o segundo nome se tornou mais popular. Exemplos atuais são Devil May CryBayonettaDarksiders, God of War, etc. Mas a ideia é sempre a mesma: foco da jogabilidade na luta com vários inimigos, usando diferentes tipos de armas e técnicas, geralmente só podendo progredir depois de derrotar todo mundo em cada área. Acho que se for para ser mais “certinho”, o certo seria usar o nome dependendo se a luta é mais com as mãos ou com armas cortantes xD.

Quanto ao “Musou” esse na verdade é o nome japonês da série conhecida como “Warriors”, da Koei Tecmo, no ocidente, de Dynasty WarriorsHyrule WarriorsFire Emblem Warriors, etc. Tecnicamente eles também são hack n’ slash, mas o que os diferencia é que o foco na batalha contra inimigos é ainda maior do que os demais jogos, e os grupos de inimigos são enormes, muito mais também do que é visto em outros jogos.

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Pois é, a série do Goemon – também conhecida como Mystical Ninja no Ocidente – está entre aquelas que simplesmente saíram de moda. Apesar da série ter tido muitos jogos lançados no Japão (mais de 20), apenas 4 foram localizados para as Américas: The Legend of the Mystical Ninja (SNES), Mystical Ninja Starring Goemon (Game Boy e N64) e Goemon’s Great Adventure (N64). No Japão, o último jogo da série foi lançado foi para o DS, em 2005. É uma pena, mas provavelmente não se viu muito potencial na popularidade da série nos tempos atuais, principalmente no Ocidente, já que ele tem uma ambientação fortemente japonesa.

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Bom, você talvez seja novo demais para saber, mas pelos meados da década de 90, houve um gênero de games que era extremamente popular, que era chamado de point-and-click (“aponte  e clique”). Como o nome indica, a ideia dos jogos desse gênero é justamente essa, apontar e clicar onde você quer que o personagem vá, para investigar e interagir com objetos e pessoas. Alguns exemplos clássicos daquela época são os jogos da série Monkey Island, Maniac Mansion, Sam & Max (a LucasArts era uma das melhores nesse tipo de jogo).

Day of the Tentacle, um dos melhores point-and-click da época.
Day of the Tentacle, um dos melhores point-and-click da época.

Aliás, se você conhece a Ayumi Tachibana, então você deve ter uma noção do gênero, já que a série à qual ela pertence, Famicom Tantei Club, era mais ou menos nesse estilo.

Até hoje Ayumi Tachibana nunca aprendeu a falar em inglês...
Até hoje Ayumi Tachibana nunca aprendeu a falar em inglês…

Enfim, depois de um tempo – principalmente com a chegada dos jogos em 3D – o gênero saiu de moda e quase que ficou extinto. Há alguns anos, contudo, algumas desenvolvedoras – principalmente indies - têm ressuscitado este gênero para a era moderna e entre elas está a TellTale. Inclusive, eles começaram ressuscitando justamente séries clássicas do gênero com jogos como Tales of Monkey Island e Sam & Max. Com o sucesso destas, eles começaram a se aventurar em franquias de gêneros bem diferentes, como Walking Dead, Game of Thrones, Minecraft, Batman… mas sempre aplicando a fórmula do point-and-click. Nestes jogos, a ação é mais investigativa, geralmente com itens para encontrar e guardar para usar no momento certo, puzzles para resolver e muitos personagens com quem conversar. Em alguns de seus jogos, eles até implementaram algumas partes de ação propriamente dita, mas a jogabilidade geralmente se resume a quick time events (aqueles momentos em que você deve rapidamente pressionar um determinado botão na hora certa para executar alguma ação). Como estes jogos sempre tem um grande foco na história e personagens, eles sempre são lançados no formato de episódios, como se fossem séries de TV interativas. Infelizmente, apesar dos jogos da TellTale terem tido muito sucesso no começo, a qualidade parece ter decaído com o tempo e muitos reclamam que há pouca inovação, todos os jogos parecendo repetitivos, apenas usando franquias diferentes.

A TellTale tem trabalhado com nomes de peso da atualidade... vamos torcer pra que consigam se recuperar.
A TellTale tem trabalhado com nomes de peso da atualidade… vamos torcer pra que consigam se recuperar.

Agora, quem sabe, com este ressurgimento dos jogos point-and-click, será que a Nintendo não se anima a fazer um reboot da série Famicom Tantei Club e finalmente levá-la para fora do Japão? xD

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É porque o ser humano só aparenta ser evoluído, mas no fundo ainda é movido pelo instinto de sobrevivência e individualismo, querendo tudo para si, sem se importar no mal que causa aos outros para isso. Felizmente há muitas pessoas no mundo que de fato são mais evoluídas e pensam no bem comum, no bem do planeta e da natureza, mas o problema é que justamente pela natureza violenta e sem escrúpulos, os humanos mais primitivos acabam sendo maioria nas posições mais altas de hierarquia.

Mas não, o ser humano está longe de ser evoluído. Evoluído mesmo aqui, só EU mesmo. #PedraParaPresidenteDoUniverso

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Não, da premiação específica do The Game Awards, nunca nenhum jogo da Nintendo ganhou prêmio principal de Game of the Year. Mas, de fato, este ano eles terão grandes chances de finalmente conseguir, com competidores tão fortes quanto Brath of the Wild e, muito provavelmente, Super Mario Odyssey. Estou apostando todos os meus rupees no MEU jogo, claro. xD

Quanto à compra do Switch em lojas terceiras do Brasil, como o caso do Mercado Livre, se for para seguir à risca a legislação brasileira, realmente as lojas do Brasil estão proibidas  de vender consoles ainda não homologados pelas entidades do país (o que pode-se dizer que é mais uma tentativa de controlar as importações e as taxas absurdas, mas enfim…). Contudo, veja bem: no caso de uma compra desse tipo, quem está infringindo a lei é a loja, não o comprador. Afinal, é a loja que está proibida de vender, e não o comprador de comprar. Por isso, se você encontrar o console em alguma loja brasileira e quiser comprar, não precisa ficar com medo de estar fazendo nada ilegal.

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A MINHA série (The Legend of Zelda)Fofocas diversasMarioNintendo Switch

Bom, há muitos fatores que contribuem para as empresas decidirem localizar ou não um jogo para outras regiões, mas no fim isso se resume basicamente a uma pergunta: há um sucesso potencial desse jogo na região em questão, a ponto de compensar os gastos necessários para localizá-lo?

Acontece que localizar um jogo para diferentes regiões pode ser algo bem custoso. Se o jogo tem muito diálogo e texto, aí é mais difícil ainda, já que é necessário um trabalho pesado de tradução. Mas mesmo se há pouca coisa para traduzir, há ainda toda a burocracia, logística e trabalho de marketing que se requerem para publicar e lançar um jogo em diferentes regiões.

Sendo assim, as empresas responsáveis pelo jogo sempre tentam fazer uma previsão do sucesso que esse jogo teria em outra região. E, como falei, isso é uma soma de vários fatores, como popularidade da franquia (por isso que jogos baseados em animes não muito conhecidos fora do Japão dificilmente são localizados), popularidade do estilo do jogo, relevância na época em que seria lançado (já que o processo de localização pode levar bastante tempo), etc.

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Bem… até existe um motivo para isso, agora “razão” é difícil dizer que seja, porque não há nada racional nisso. xD

Acontece que, sabe-se lá por quê, alguém teve a brilhantíssima ideia de categorizar consoles de vídeo-game no Brasil na categoria de “jogos de azar”. Sabe, tipo caça-níqueis? Pois é, tudo a ver, né? E por ser assim, os consoles recebem taxas referentes a essa categoria, que são ainda mais absurdas que outras tantas taxas já absurdas que existem no Brasil. Então, até alguma alma generosa ter a inteligência e bom senso de mudar essa categorização, os consoles em geral continuarão chegando com preços astronômicos no país.

Para os gênios políticos do Brasil, isso é a mesma coisa que um Arcade.
Para os gênios políticos do Brasil, isso é a mesma coisa que um Arcade.
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Basicamente, os desenvolvedores analisam se o jogo vai ter sucesso ou não no ocidente. Localizar um jogo é um processo custoso (tanto em termos de tempo quanto de dinheiro), principalmente se há muito texto, vozes, etc., como geralmente é o caso de RPGs. Então, jogos que são baseados em animes não tão populares fora do Japão ou então JRPGs bem tradicionais (como são os casos desses que você citou) muitas vezes não são localizados, já que há uma baixa estimativa de lucro ao levar para o ocidente.

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1. Detergente geralmente funciona bem para limpar mãos sujas  de manteiga ou gordura em geral.

2. Não! A revista digital do NBlast é gratuita, seja para ler no computador ou no celular.

3. É isso mesmo! O que era antes a série Mario Land acabou se transformando em Wario Land, depois que o malvadão foi introduzido como o vilão de Mario Land 2. Isso sim é um vilão, nato, hein? (Não como o inútil do Waluigi que nem sequer tem um jogo próprio ainda) Mas o Mario não é de deixar quieto não, e no fim ele acabou retomando a sua série “Land” com Super Mario 3D Land, no 3DS.

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